O presidente da OAB-RR, Ednaldo Vidal, participou nesta terça-feira, 16/06, como palestrante no Painel “Como exercer a Advocaciana Era da Inteligência Artificial, que encerrou a 1ª Conferência Nacional dos Direitos e Prerrogativas da Advocacia Brasileira, realizada em João Pessoa-PB.
Também integraram a delegação de Roraima o Conselheiro Federal e Procurador Estadual de Defesa das Prerrogativas Dr Francisco Guimarães, o Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos e Prerrogativas do Advogado, Dr Vinicius Guareschi, os Conselheiros Federais Dra Cristian Rodrigues de Sá, Dra Betânia Almeida e Dr Thiago de Melo, e a Presidente da Comissão de Apoio à Advocacia Iniciante, Dra Georgiana Almeida.
Ao final do Painel, o presidente Ednaldo Vidal agradeceu e pediu uma salva de palmas para o presidente do CFOAB, Beto Simonetti, para o Procurador de Prerrogativas do CFOAB, Alex Sarkiz, para o Diretor de Prerrogativas Pedro Paulo, e para o Presidente da OAB-PB, Halisson Targino,
“Foi um belíssimo evento e uma excelente recepção da advocacia paraibana aos representantes de todo o País. Fico muito honrado de ter podido participar como palestrante dessa grande Conferência, que foi o primeiro e um dos maiores eventos de Prerrogativas da história do nosso Conselho Federal”, disse Ednaldo Vidal.
Durante todo o dia, os participantes discutiram e debateram sobre honorários advocatícios, judicialização defensiva, criminalização da advocacia, desjudicialização e os impactos da inteligência artificial sobre a profissão, além dos desafios que afetam diretamente o exercício profissional e a atuação da advocacia perante o Sistema de Justiça.
A 1ª Conferência Nacional de Prerrogativas da Advocacia foi encerrada nesta terça-feira, 16, na capital paraibana, com a divulgação da Carta de João Pessoa.
No documento, representantes do Sistema OAB, da advocacia brasileira, da academia e das instituições do Sistema de Justiça reafirmam compromissos com a defesa das prerrogativas profissionais, das garantias constitucionais da advocacia e do acesso à Justiça, além de estabelecer diretrizes relacionadas à valorização da profissão, à proteção dos honorários, à advocacia criminal, à investigação defensiva, à proteção da mulher advogada, à inovação tecnológica e à capacitação profissional.